AAARGH

Associação de Antigos Amadores de Recitais de Guerra e Holocausto

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O REVISIONISMO DO HOLOCAUSTO EM PORTUGUÊS

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Settembro 2010

NOVO !!!

Aura Rejane GOMES

A Questão da Palestina e a Fundação de Israel
Thèse de maîtrise à la faculté des Lettres, de Philosophie et de Sciences Humaines de São Paulo au Brésil, 2001, 142 p., <pdf> 400K.

O objetivo deste trabalho foi compreender, do ponto de vista da política internacional, os fatores que viabilizaram a fundação de Israel no território da Palestina, provocando um dos mais prolongados e dramáticos conflitos da história contemporânea. A criação de Israel, decidida na ONU, em 1947, violou os direitos fundamentais do povo árabe palestino (70% do total da população nesse ano), garantidos pela Carta das Nações Unidas e pelo Pacto da Sociedade das Nações, ambos fontes do Direito Internacional, e violou o título jurídico adquirido pelos árabes através do acordo firmado com os países da Entente, durante a Primeira Guerra Mundial, que garantia a independência da Palestina, causando revolta generalizada no mundo árabe, já profundamente ressentido do imperialismo ocidental na região. Considerando a conjuntura internacional desse período, delineada pela Guerra Fria, e considerando que os principais atores do sistema internacional tinham consciência de que tal decisão causaria a hostilidade dos países árabes, acarretando altíssimos custos militares, políticos e econômicos, uma vez que a Liga Árabe declarou não reconhecer uma decisão que considerava ilegal, tivemos interesse em conhecer quais foram as expectativas de ganhos que levaram os EUA, a ex-URSS e outros países a assumirem os riscos e os custos dessa decisão. Várias conclusões foram obtidas. Os EUA não tinham nenhuma expectativa de ganho com o apoio à criação de Israel, pelo contrário, esse evento acarretou pesados custos à nação norte-americana, advertidos permanentemente pelos Secretários de Estado e Defesa. A decisão pró-Israel foi uma iniciativa do Presidente Truman para defender seu interesse pessoal nas eleições seguintes, quando pretendia contar com o apoio da comunidade judaica de seu país. A posição de Truman garantiu a forte pressão dos EUA, na forma de chantagem e suborno, sobre vários países que sustentavam posições contrárias, na votação da partilha, na ONU. Quanto à decisão soviética, não há uma compreensão conclusiva. Stalin, durante muitos anos, um antagonista intransigente ao projeto sionista, surpreendeu a todos apoiando de última hora a criação de Israel, na votação na ONU. Grande parte dos estudiosos considera que o objetivo soviético era simplesmente prejudicar a Grã Bretanha. Aparentemente, nessa mudança de posição momentânea, houve um equívoco nos cálculos políticos, percebido pouco tempo depois, levando esse país a reconsiderar novamente sua posição em favor dos árabes. Grande parte dos países de ambos os blocos assumiram simplesmente o alinhamento automático às decisãos das duas superpotências. Por último, cabe destacar que o interesse do Brasil era permanecer alinhado com os EUA e, nesse sentido, Oswaldo Aranha, como Presidente da Assembléia Geral, prestou um serviço fundamental. No dia da votação, devido à avaliação de que a proposta pró-Israel seria derrotada, Oswaldo Aranha decidiu encerrar mais cedo os trabalhos, adiando a votação, dando, assim, aos sionistas o tempo que necessitavam para "convencer" os países contrários, a fim de mudar seu voto.

 

O Plano Andinia

O novo estado judaico na America do Sul
Document d'origine argentine 18 pag. <pdf> 130K

Na França, em 1882, publicou-se o livro Auto-Emancipação, de Leon Pinsker, judeu nascido em Odessa (Rússia), que concebia o plano de criar dois Estados judaicos, um na América e outro na Palestina. O primeiro preferentemente na Argentina. Este plano, que naquela época não foi mais que um sonho (em aparência), foi o ponto de partida de uma realidade assombrosa, que foi se incrementando paulatina mas inexoravelmente até nossos dias.
Assim, vemos a nova atualização do plano de Pinsker na página 398 do livro História e Destino dos Judeus , do Dr. Josef Kastein, que transcrita diz : "... Pinsker propõe aos judeus voltar a infundir uma realidade em sua vida de aparência, na Palestina e na América - um centro novo. Fixa sua atenção em dois países: Argentina, como país das possibilidades práticas, e Palestina, no das possibilidades ideais. "

Mario SAA

Portugal Christão-Novo ou Os Judeus na Republica
Lisboa, Henrique Torrs editora, interview menée par Guilherme de Lencastre, 11 set. de 1921, <pdf> pag. 16

Entrar no parlamento portuguès o mesmo é que entrar n'uma sinagoga

 

Demascarada farsa de holo-Celebridade
As falsas Mémorias do Holocausto de Simon Wiesenthal
<pdf> 7 p. Inacreditavel, 21.01.2010., 250K

Robert-Jan van PELT

"99% dos testimunhos não podem ser comprovados"
Inacreditavel, 11.2.10, <pdf> pag. 4.

O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense ­ THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro "Auschwitz: 1270 até hoje", que lá nunca aconteceu qualquer "gaseamento".
O lobo na pele de cordeiro

Inacreditavel.com.br, 5 pag. <pdf> 19.1.2010

O que soa estranho é que depois de vasto e desonesto silêncio, aqueles outros historiadores venham agora airosamente postular, como se fossem seus, exatamente, ponto por ponto, aqueles mesmos princípios e reivindicações que anteriormente sempre negaram aos pesquisadores do Revisionismo Histórico.

O caso John Demjanjuk
Inacreditavel, 3/12/2009, 6 pag. <pdf> 130K

Em 1999, a justiça dos EUA indiciou novamente Demjanjuk com base em informações apontadas pelo Centro Simon Wiesenthal. Desta vez ele foi acusado de ter atuado como guarda no Campo de Sobibor, Majdanek e Flössenburg. Em 2004, sua cidadania foi novamente retirada pelas autoridades norte-americanas. Demonstrar a inocência de Demjanjuk em Israel só foi possível porque outra pessoa foi identificada como "Ivan, o terrível". Caso contrário, ele teria sido enforcado, demonstrando toda a fragilidade que envolve os julgamentos dos supostos crimes de guerra

 

SERGIO OLIVEIRA

O Livro branco sobre a conspiração mundial
<pdf> 300 p. Agosto de 1998, Revisão Editora, Porto Alegre, RS, Brasil, 16,3M.

Dedico est obra aos revisionistas do mundo inteiro, que afrontando pressões e vissicitudes quase insuperaveis, têm prosseguido no proposito de resgatar a verdade e demistificar os obreiros da "verdade conveniente";

-- Ao pesquisador-historiador e editor S. E. Castan, pela persistência e coragem de remar contra a maré, produzindo e editando obras que enfrentam, invariavelmente, as tormentas da intolerância;...

 

O caso John Demjanjuk
6 pag. par nos amis de Inacreditavel

Rappel de l'affaire incroyable et monstrueuse d'un ouvrier ukrainien poursuivi par une meute de juifs hurlants. Il semble d'ailleurs qu'on commence à se réveiller en Ukraine...

 

 

ALIANÇA SECRETA DO APARTHEID, RODÉSIA E PORTUGAL
ALCORA document top secret de 1973 <pdf> 10 pag. Revue Africa, 21, Junho 2009

No inicio de 1974, Portugal estava à beira de perder o controlo da guerra em Angola e Mocambique e preparava-se para transferir para a Africa do Sul a capacidade de dirigir e orientar o uso das forcas militares para «erradicar o terrorismo da Africa Austral». E o que se depreende da analise dos documentos oficiais recentemente descobertos e relativos a uma alianca secreta estabelecida em 1970 entre os Governos de Portugal, Africa do Sul e Rodésia. Alianca que ficou escondida de todos ou quase todos os que participaram na guerra, mas que projecta uma luz diferente ­ e assustadora ­ sobre os acontecimentos que antecederam
a Revolucao portuguesa de Abril de 1974, as independências de Mocambique e Angola, e sobre os conflitos que dilaceraram estes dois paises até à queda do regime racista sul-africano.
NICOLE GUARDIOLA

Sérgio OLIVEIRA

O Massacre de Katyn

<pdf> digitalizado por nuoveorden, pag. 72, 650K

S. E. CASTAN

Acabou o gás !...
O fim de um mito

O relatorio Leuchter sobre as alegadas Câmaras de gás de Auschwitz Birkenau e Majdanek, na Polônia
5a edição ampliada, Revisão Editora, Porto Alegre (Brasil), 1989, tradução de Alf Eyre.
51 pag., <pdf>

São poucos os momentos na historia quando um documento yem o poder estraçalhar um mito historico de vulto e lenda tão acentuados xomo o do "Holocausto" judeu, com sua afirmação que o alemães mataram por gás milhões de judeus nos campos de concentração da Polônia, no curso da segunda guerra mundial. O relatorio Leuchter é um desses raros e preciosos documentaos. O editor tem orgulho de apresentar o relatorio Leuchter.

 

J.A.C. e A.C.R.

Julgamento de Nuremberga
Analise à maior farsa juridica do nosso século

Caderno Cultural n° 3 das Edições Ultimo Reduto, 1982, <pdf> pag 12, 300K

Hoje, como acima foi dito, um estudo sério sobre as actas e processos deste julgamento levariam ao cancelamento da maior parte da sentença e demonstraria quão injusta é a "justiça" humana quando o juiz tem nas mãos a espada do vencedor, pendendo ameaçadoramente sobre a cabeça dos vencidos. Este processo foi o mais importante mas não o único. Até 1949 foram julgados pelos tribunais de desnazificação milhares de soldados e civis. Na esmagadora maior parte destes pretensos julgamentos o juiz limitava-se a ler a sentença que era invariavelmente a pena de morte. Todos os julgamentos tinham também em comum o facto de as condições celulares dos acusados serem as piores possíveis, desde a falta de instalações sanitárias e de comida aos espancamentos e torturas para obterem "confissões".

 

 

Jornal Oficial da União Europeia

DECISÃO-QUADRO 2008/913/JAI DO CONSELHO
de 28 de Novembro de 2008 relativa à luta por via do direito penal contra certas formas e manifestações de racismo e xenofobia



Norman FINKELSTEIN

A Industria do Holocausto
Reflexões sobre a exploração do sofrimento dos judeus
Tradução de Vera GERTEL, Editora Record, Rio de Janeiro, 2001, 100 pag. <pdf> 3,3M

Meu interesse original no holocausto nazista foi pessoal. Meu pai e minha mãe foram sobreviventes do Gueto de Varsóvia e dos campos de concentração nazistas. Exceto meus pais, todos os membros de ambas as famílias foram exterminados pelos nazistas. Posso dizer que minha mais remota lembrança do holocausto nazista é a de ver minha mãe, grudada na tela de televisão, assistindo ao julgamento de Adolf Eichmann (1961), ao voltar da escola. Embora eles tivessem sido libertados dos campos apenas dezesseis anos antes do julgamento, um abismo intransponível sempre separou, na minha cabeça, os pais que eu conhecia daquilo.

Sergio OLIVEIRA

Hitler, Culpado o inocente ?
1e edicão 1989, Porto Alege (Brasil), Revisão Editora, <pdf> 75 pag. 4M

SÉRGIO OLIVEIRA é um militar, com 29 anos de exército e pesquisador. Acostumado à rígida disciplina dos quartéis tornou-se um detalhista exigente, examina, pergunta e confere tudo, sempre quer saber o porquê das coisas, dos acontecimentos diários constantes da imprensa, dos livros, da História e assim naturalmente da II Guerra Mundial. Sobre essa última ele, por gostar do assunto, como Militar, possui praticamente todos os livros que foram publicados no Brasil. Devorava-os apesar de achar o conteúdo às vezes bastante estranho e esquisito mas, naturalmente, como a quase totalidade das pessoas, acreditando na Mentira do Século. Sentia que havia coisas erradas nessas "Histórias" mas como não conhecia nenhuma contestaçõ aos fatos que eram apresentados no Brasil, nem sabia da existência de livros estrangeiros sobre os fatos, não teve motivação para duvidar ou pesquisar sozinho tal assunto. Quando passavam os filmes e as mini-séries, estranhava cada vez mais essa insistência em mostrar os alemães como "bandidos". Uma verdade não precisa ser provada por filmes e livros durante meio século. (SE Castan)

Eduardo ARROYO

O que é o revisionismo ?
Ediciones Rioplatenses, 32 pag., Coleção Classicos Revisionistas, en portugais, n.d., impr. in Argentina, <pdf> 6,8M

Por tudo que remos visto, poderemos afirmar que a lenda do pretendido "holocaustoi" não é nada mais do que uma impostura, ha muito demonstrada e que recebeu das mãos de um engenheiro de Boston o golpe de misericordia definitivo. Mesmo assim, a imensa maioria da população mundial ignora todos estes feitos, assim como as importantissimas conseqüências que derivam do fato do historia ser alterada. Temos de fazer chegar a todo o mundo a autêntica verdade de nosso século, assim como desmascarar os beneficiarios da fraude e os seus motivos. A reconciliação entre os povos e a paz mundial, da qual hoje tanto se fala, nunca sera possivel enquanto na raiz de tudo perdurar a mentira. É pois o revisionismo, antes de tudo, uma lutra pela Paz. E não é nada mais do que este o proposito deste livrinho simples que você avaba de ler.

 

O Revisionismo em Língua Português
Guerra = Mentira

Rivista de crítica histórica

Não acredite. Pense

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n° 8 --- 2008
SUMÁRIO
A perseguição pós-Teerão Por Flávio Gonçalves
Campo Bondsteel e os planos americanos para controlar o petróleo do mar caspio
Por Paul Stuart
O perigo do negacionismo Luís Carlos Lopes
O estudante de História Marcelo Franchi
Holocausto - um segredo por demais anunciado
Campo de concentração de Bergen-Belsen
Os sobreviventes do Holocausto
O Uso e Abuso da Memória do Holocausto Walter Reich
Rudolf Höss
- o comandante do campo de concentração de Auschwitz Excertos de Faurisson e Zundel
Simon Wiesenthal
confirma: "não existiam campos de extermínio em solo alemão"
Eisenhower, Churchill e de Gaulle não tiveram conhecimento das câmaras de gás nazis Por Robert Faurisson
A União Europeia prepara legislação de longo alcance contra «negação de genocídio»
Os Números do Holocausto
Auschwitz e os números de mortos por Robert Jan Van Pelt
Paul Rassinier
desmente Holocausto Judeu
A Negação do Holocausto não é piada Por Anne Applebaum_
Revisionismo deixou de ser crime em Espanha
As origens do "revisionismo histórico" por Victor Grinbaum
Dois excertos d"as vitórias do revisionismo" de Robert Faurisson
QUASE NA VÉSPERA DO GRANDE DIA...
Será Punível estranhar Leis? por Rainer Daehnhardt
PALAVRAS A RETER
Francês é condenado a um ano de prisão por questionar o Holocausto
Crime contra a liberdade de expressão.
"Outras Perdas"
A colaboração entre o sionismo e o Nacional-Socialismo
A situação de Germar Rudolf Por Arthur R. Butz
François Duprat
Universidade demite professor politicamente incorreto
Espanha derruba Lei da Negação do Holocausto
O dilema dos Judeus de Auschwitz em Janeiro de 1945
- Liberdade ou Extermínio? Friedrich Paul Berg
Elie Wiesel - uma testemunha-chave do Holocausto Judeu
Excertos de Robert Faurisson:
NEGADOR DO HOLOCAUSTO É CONDENADO NA ÁUSTRIA
Papa breca processo de canonização de Pio 12, diz jornal
para que despertemos
A Odisseia Intelectual de Michelle Renouf
Olho Por Olho: Os Judeus Que Procuraram Vingança Pelo Holocausto
John Sack: O afeto que não se encerra Estevam Tavares de Freitas
A História Secreta do Sionismo Ralph Schoenman
A Branca de Neve em Auschwitz
Udo Voigt,
presidente do NPD, questiona número de mortos do "holocausto" em entrevista dada a jornalistas iranianos
Autor 'Neonazi' Levado a Tribunal na Grécia
O Que é o Revisionismo do Holocausto?
Ex presidente italiano defende que 11 de Setembro teve dedo da Mossad e da CIA
Legislação Contra o Anti-semitismo e a Negação do Holocausto: concebidas em Israel
André Rogerie
- um corropio entre campos de extermínio nazis e blocos hospitalares em Auschwitz
Sabão Humano - uma pequena nódoa na história do Holocausto Judeu
Simon Wiesenthal,
um negacionista do Holocausto disfarçado de caçador de nazis?
Negação do Holocausto pode virar crime Sônia Baiocchi
UNIVERSIDADE ITALIANA BOICOTA O PAPA DO NEGACIONISMO
Dinamarca premeia negacionista
A política da memória por Esther Mucznik
Histórico da Negação do Holocausto na Alemanha, Una publicación de: Tribuna Israelita
Existe um novo anti-semitismo? Entrevista com Raul Hilberg à Revista Logos
É autêntico o Diário de Anne Frank?
Yad Vashen - O Museu do Holocausto Cândido Bessa
Judeus querem levar Maradona ao Museu do Holocausto
Robert Faurisson
terá que ir novamente a tribunal por Flávio Gonçalves
21 anos após morte de Samora Machel, família quer saber a verdade
Advogada negou o Holocausto e foi condenada
"Eppur si muove!" por Humberto Nuno de Oliveira
Escola de samba muda alegorias depois de proibição de mostrar o Holocausto
Sobre o Holocausto Carlos Aymerich
Revisionismo manipulação dos rothschild, mais uma distorção ?
Como agendar um evento num instituto cultural mexicano, por Bradley R. Smith
O Processo de Jesus Por Ursula Haverbeck
O riso boçal do cronista do Expresso Texto de João Pereira Coutinho
Narrar a destruição dos judeus com os documentos dos carrascos por Jorge Almeida Fernandes
Exposição lembra prostituição forçada em campos de concentração nazis
PUBLICAÇÕES

 

n° 7 --- primavera e verão de 2007
SUMÁRIO
Nuno Rogeiro recusou-se a falar em conferência no Irão, Ana Baião
Nuno Rogeiro
em Teerão
Revisisionismo Italiano: As Mentiras Não Resistem Mais! Gianpiero Gasparini
David Cole
: Um Revisionista Judeu
Quem é que muda os manuais de história?
Liberdade de Expressão Por Roger Köppel
Análise à maior farsa jurídica do nosso século Manuel Monteiro
TINTIM
Ao Flávio Gonçalves
Acção disciplinar - my answer Flávio Gonçalves
O Congresso para a indagação do Holocausto, em Teerão, em 11/12 de Dezembro de 2006 Por Bernhard Schaub
Plano de Paz Internacional De Moishe Arye Friedman
Presidente ucraniano quer prisão quem negar crimes de Stalin e Hitler
debate revisionista no chile?
A demissão do ensino britânico
UE fecha acordo para punir racismo e negação do Holocausto
Israel promove ato em memória de vítimas do Holocausto
HISTORIADOS FRANCÊS QUE NEGA O HOLOCAUSTO É AGREDIDO NA ITÁLIA
OS "POGROMS" COLONIAL-IMPERIALISTAS Por Walmor Marcellino
Breves considerações sobre o revisionismo e o novo livro de Faye, passando pelas inquietações do Flávio

Outros numeros, ver a pagina da revista

 


Estão aqui alguns bons textos de introdução simples a nossa pesquisa:

AUSCHWITZ, BIRKENAU, MAJDANEK: «Fabricas da morte» ou camaras mortuarias e de «desinfecção»?

66 Perguntas e Respostas sobre o Holocausto

O que é a Negação do Holocausto?

Definição do dicionário de: REVISIONISMO.

Hans Schmidt, Imagine o furor ! O que é o revisionnismo ?

VHO, O que é o revisionnismo ?

Inquérito e Resposta de A. Nunes da Silva

I. H. R. David Irving / Mark Weber


LIVROS, OBRAS :

 


BRICMONT Jean

A reputação incômoda de Chomsky

CHOMSKY, sempre acusado para ser um cúmplice desde que defendeu a liberdade da expressão dos revisionistas.

 

BUTZ Arthur

Pequena introdução ao estudo do revisionismo do Holocausto
(1991)

 

CALEARI Antonio

Uma técnica infalível
O lema é deixar-se levar pela emoção e evitar o debate racional

<pdf> sit brasiliano "Inacreditavel", 2008, 10 p., 1M,

Deparo-me, no primeiro momento, com o sugestivo título "Exatamente, como foi previsto há cerca de 60 anos" ­ pronto, conseguiu despertar a minha curiosidade. A seguir, no corpo da mesma mensagem, uma série de imagens capazes de emocionar até o mais indiferente; capazes de provocar uma reflexão no mais alienado; capazes de fazer repensar o mais irredutível. Estou hipnotizado. [...]

Aquelas fotos, dotadas de um poder até então por mim subestimado, me evidenciaram o grande trunfo dos propagandistas de atrocidades: escamoteavam o mérito, atingiam o instinto humano de solidariedade e estimulavam o extravaso emocional; enfim, uma jogada de mestre!

(In) Coerência do Sistema e Liberdade de Expressão
<pdf> 9 pag. 100K

Uma breve iniciação no estudo do Revisionismo do Holocausto mostrará que os seus adeptos contam com estudos técnicos dos Campos de Concentração (Relatórios Rudolf e Leuchter), dados demográficos, análises jurídicas, logísticas, documentais e diversas outras fontes de considerável embasamento à sua construção teórica. A versão oficial do Holocausto se apóia nos meretrícicos testemunhos oculares, tão fantasiosos e contraditórios entre si que em muito beiram ao cômico.

 

CASTAN Siegfried Ellswanger

Acredite Se Puder

Holocausto : Judeu ou Alemão ?
Nos bastidores da Mentira do Século
26a edição, con imaginem. Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil) (1987)

O presente livro é o resultado de uma Pesquisa Histórica e que vai apresentar fatos, completamente desconhecidos da grande maioria, que se misturarão ou não com notícias de conhecimento da grande maioria, quando então o leitor terá a oportunidade de fazer seu julgamento. Os motivos que me levaram a pesquisar a História foram inúmeros. [...] O que mais espanta é a passividade total do Governo Alemão, que aceita toda uma difamação, comportando-se como um país ocupado e submisso. Ao invés de ele próprio promover uma revisão da História da última guerra aceita as coisas e ainda persegue os alemães que se aventuram a mostrar o outro lado da medalha. Pode ser que após a vitória de Waldheim passem a pensar um pouco diferente.

DAS REGRAS João (Karl WISEMANN)

Um Novo Direito Internacional -- Nuremberg
Lisboa, A Nação, Janeiro 1947, Apêndice : Alfredo PIMENTA ; <pdf> 52 pag., 400 K

Em Fevereiro de 1947 foi publicada a segunda edição desta obra pela editora do jornal A Nação, não havendo conhecimento das Edições ULTIMO REDUTO, assim como, naturalmente, do autor deste prefácio, de que alguma outra tenha tido lugar posteriormente àquela data. Assim, é com orgulho e satisfação que apresentamos aos nossos leitores uma obra praticamente desconhecida do público
em geral e que, embora escrita quase há quase 50 anos, é, todavia, de grande actualidade e pertinência, não apenas pelo seu conteúdo histórico-jurídico, mas pelo que representa na encruzilhada histórica em que o mundo de hoje se debate e cujas raízes mais recentes devem ser procuradas a partir de 1945, ano em que a Europa, decididamente, parece ter aceitado, com a derrota militar alemã, a fatalidade de um suicídio colectivo...

 

DEGRELLE Léon

Carto ao Papa (1979) antes de la visita a Auschwitz.

Timtim : Um Perseguido ­ Ou a Juventude de Degrelle

Eu SS Tintim
<pdf> 13 p. 200 K.

 

DE BRITO António José

A lenda negra antinazista
(pdf - 300 K) (1962) 1/2 & 2/2
O original inteiro em PDF em um clic


HAGEN Bruce

Revisionismo do Holocausto em Poucas Palavras.

 

HARWOOD Richard

Seis Milhões Realmente Morreram ? [ 1 ] [ 2 ] ou
o original inteiro em um clic (formato PDF) e:

Seis Milhões Realmente Morreram ?
(pdf - 450 K)

O objetivo das próximas páginas é simplesmente dizer a Verdade. O eminente historiador norte-americano Harry Elmer Barnes uma vez escreveu que "uma tentativa de se fazer uma competente, objetiva e verdadeira investigação da questão do extermínio... é certamente a tarefa mais precária que um historiador ou demógrafo poderia tentar fazer hoje". Em tentar esta tarefa precária, esperamos fazer alguma contribuição, não apenas à verdade histórica, mas na direção de retirar o peso de uma mentira de nossos próprios ombros, para que possamos livremente confrontar os perigos que ameaçam a todos nós.


Julgamento de Nuremberga - Análise à maior farsa jurídica do nosso século
Por J.A.C. e A.C.R.
<pdf> Este texto, extraído do Caderno Cultural nº 3 das Edições Último Reduto, é de 1982. 12 pag. 250 K

Na fria madrugada de 16 de Outubro de 1946, numa velha sala do ginásio municipal de Nuremberga, foram enforcados dez dos principais dirigentes nacional-socialistas que, depois da maior paródia jurídica do século, passaram à História como os "criminosos" da II Guerra Mundial. Hoje, como acima foi dito, um estudo sério sobre as actas e processos deste julgamento levariam ao cancelamento da maior parte da sentença e demonstraria quão injusta é a "justiça" humana quando o juiz tem nas mãos a espada do vencedor, pendendo ameaçadoramente sobre a cabeça dos vencidos.
Este processo foi o mais importante mas não o único. Até 1949 foram julgados pelos tribunais de desnazificação milhares de soldados e civis. Na esmagadora maior parte destes pretensos julgamentos o juiz limitava-se a ler a sentença que era invariavelmente a pena de morte.

 

PORTER Carlos W.

Nao culpados em Nuremberg.

Os documentos de Nuremberg ? Assim sendo o "julgamento por documentos" funciona da seguinte maneira: A, pessoa desconhecida, ouve alegadas afirmações verbais "feitas por B", e faz anotações ou prepara documento com base nessas alegadas declarações verbais. O documento é então apresentado como prova não contra A que fez a cópia mas contra B, C, D, E e uma série de outras pessoas embora nada haja para ligá-las ao documento ou às alegadas afirmações verbais. Declara-se de modo casual, como sendo fato, que "B disse" ou que "C fez" ou que "D e E sabiam". Isso vai contrariamente às regras de comprovação de qualquer país civilizado. Tampouco são os documentos identificados por testemunhas....

Paul Rassinier desmente...

OS MENTIROSOS NÚMEROS SOBRE AUSCHWITZ

S. E. Castan, A Verdadeira História do Levante do Gueto de Varsóvia.

João das Regras, Revelações Sobre as Derradeiras Revelações dos Martires de Nuremberga

Sionismo X Nazismo A semelhança dos opostos
<pdf> 18 pag. Humanus

Churchill afirmou que a Verdade é a primeira vítima da guerra. Realmente, pois a guerra é feita pela mentira. A mentira dos nazistas, a mentira dos sionistas, a mentira dos aliados e a de Churchill. A mentira das ideologias. É preciso nunca perder de vista que as ideologias mais radicais são castelos de cartas que podem subitamente desmoronar ao mais leve toque
da Verdade. E é preciso nunca deixar de acreditar que, como disse Arendt, apenas o Bem é realmente radical, pois só ele tem raízes. E que o erro, a ignorância, a desarmonia, mesmo quando parecem ser as regras, são anomalias, enfermidades passageiras, nuvens turvas que um inesperado sopro de benevolência tem condições de dissipar.


SMITH Bradley

Aquilo em que acredito, aquilo em que não acredito e porque.

 

SOUSA MENDES

Embaixador desmistifica «lenda» Sousa Mendes
Diabo, 3 de Abril 2007, Lisboa. <pdf> 2 pag., 1,1M

«Os Grandes Portugueses», a figura de Aristides de Sousa Mendes, cônsul de Portugal em Bordéus no período da II Grande Guerra, continua envolta em muitos mistérios e alguma polémica. Para uns, Sousa Mendes é recordado como «um homem bom e justo» que, em Junho de 1940, contrariando as ordem do Governo de Lisboa, emitiu vistos e passaportes e, nalguns casos, chegou mesmo a atribuir falsamente a identidade portuguesa a milhares de foragidos, sobretudo judeus, que pretendiam, a todo o custo, alcançar lugares tidos por seguros. Como Portugal, que Salazar conseguiu manter neutral no conflito.
Para outros, o cônsul está longe de justificar o papel de «herói» que muitos lhe atribuem e, aqui e ali, tentam repor a verdade àquilo a que chamam a «falsificação da História» e, através de factos, muitos deles documentados, desmistificam a «lenda» Sousa Mendes. ao exercício. Outra verdade que tem sido ocultada pelos defensores de Aristides Sousa Mendes: o cônsul condicionava a emissão de vistos e passaportes ao pagamento de verbas e à obrigatoriedade de contribuição para um estranho «fundo de caridade» por si próprio instituído e gerido
.

A Verdade Proibida
Considerações sobre um passado que não quer passar
Perguntas sobre uma notoriedade, a qual não é evidente nem pùblica
<pdf> 31 p., 800K. Une brochure qui fait la synthèse. Traduit de l'allemand en portugais.

ZÜNDEL Ernst

Prefácio à nova edição de Harwood e comentários -- O que está errado ?

 

 

Noticiais

Museu do "Holocausto" -- Washington, DC - Abril, 1993

Jean Plantin, Jovem Revisionista Francês condenado a pagar milhares de contos.

Revisionista Assume Academia de Letras. Historiador e escritor Sérgio Oliveira entra para a Academia Sul-Brasileira de Letras.

Mark Weber, Um olhar para o "poderoso lobby judeu", 2002.

Serge Halimi & Dominique Vidal, KOSSOVO, O genocide que não aconteceu.

Propaganda de Guerra - Ontem e hoje
A primeira vitima de uma guerra e a verdade
<pdf> 4 pag.

 


ARQUIVO ROBERT FAURISSON


Em 'A Indústria do Holocausto', Finkelstein levanta questões explosivas, como as indenizações aos sobreviventes do genocídio, que não chegariam ao destino.
Antonio Sebastião de Lima: A indústria do holocausto


A lima do caso de Abade Pierre e Roger Garaudy


 

Anne Frank ? Desnudar o grande e fabulosamente rendoso negócio em que se transformou esta falsificação histórica.... Por Acaso, Seremos Todos Idiotas ?


I. B. PRANATIS, O Talmud Desmascarado

Os ensinamentos rabinicos secretos a respeito dos cristãos e não-judeus.

Trechos do Livro Sagrado dos Judeus, escolhidos e comentados pelo Reverendo I. B. Pranaitis, sacerdote católico, Doutor em Teologia e professor de idioma hebreu da antiga Academia Imperial Eclesiástica da Igreja Católica Romana de São Petersburgo
<pdf>, 20 p.


Jonathan Schorsch : Historiadores Judeus Americanos, Colonos Judeus e Negros, e os Limites da Wissenschaft: Uma Análise Crítica


O genocidio que acontece agora na Palestina:

Antonio Sebastião de Lima, O Hitler judeu.


Nós escutamos nossos inimigos. Fizeram um livro inteiro de encontro a nós, em Brasil. Veja a introdução e dois capítulos, particularmente venenosos: Negacionismo: Génese e desenvolvimento do extermínio conceitual, por Luis Milman, e A negação dos assassinatos em massa do nacional-socialismo: desafios para a ciência e para a educação política, por o alemão Díetfrid Krause-Vilmar.


Algumas palavras livres

In Francia, a lei Gayssot, proposta pelo deputado comunista com o mesmo nome e aprovada em Julho de 1990, transformou em criminoso todo aquele que puser em causa ou negar a «verdade oficial» decretada pelo governo, relativamente ao «Holocausto».

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O nazismo foi um movimento totalmente deturpado pela mídia que sempre teve o controle judaico e os ditos horrores praticados estão sendo desmentidos à cada dia pelo revisionismo histórico. Já foi mais do que provado, pelo relatório Leutcher e sua posterior confirmação pela perícia polonesa, que Auschwitz não foi um campo de extermínio. Essa constatação levou o governo polonês a destruir, em 1990, o famoso monumento construído no local que fazia alusão a 4.000.000 de judeus mortos e teve a presença solene do papa João Paulo II na sua inauguração. Porque até hoje, após 9 anos, a mídia nunca noticiou este fato impressionante? Se existiu outra forma de extermínio sistemático porque omití-lo e inventar uma mentira? Qual o objetivo disso? As respostas são claras no revisionismo histórico cujos pesquisadores são perseguidos por incapacidade de serem contestados. Os dados levantados não são poucos e se baseiam, muitas vezes, em relatos da imprensa judia da época e contradições dos sobreviventes do holocausto que insistem em lutar contra a ciência ao defender a existência das câmaras de gás.
Além de desmintir as intenções nazistas, os revisionistas mostram com provas incontestáveis o benefício que a crença do "Holocausto" trás para Israel e a diáspora. Ela ajuda sobretudo nas milionárias indenizações de guerra que a Alemanha paga a Israel anualmente (em 1992 este valor correspondia aproximadamente a 10 vezes a dívida externa brasileira). Cabe ressaltar que a Alemanha depois da guerra nunca representou um país alemão, seus dirigentes ou foram judeus sionistas ou judaizantes, à exemplo de Helmut Kohl, acusado atualmente de suborno.
Tenho outras informações bem interessantes. Abraços Walter.
<http://www.montfort.org.br/perguntas/nazismo.html>

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No Simpósio Revisionismo e Neonazismo, ocorrido na Faculdade de Direito da UFRGS, tais temas foram debatidos e analisados. Entre os intelectuais presentes, um dos organizadores concedeu-nos esta entrevista.
O Dr. Paulo G. Fagundes Visentini, diretor do Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados, autor dos livros "10 Anos que Abalaram o Século XX" e "História do Século XX", entre outros, comenta o momento político, social e econômico atual e, sob a perspectiva histórica, descreve um quadro que é, no mínimo, preocupante.[...]

Os revisionistas buscam ocupar um espaço político mostrando que houve conspiradores, mentiras foram ditas durante muito tempo. O Revisionismo evolui rapidamente para o Negacionismo, ou seja, não há interesse em descobrir a verdade, mas a defesa da idéia de que as vítimas dos crimes seriam os reais culpados. Nega-se os grandes crimes de guerra cometidos no Terceiro Reich, baseando-se em elementos pseudocientíficos de pesquisa e de revisão da História.
Dado o baixo nível da educação escolar, é justamente entre jovens estudantes que se instalam essas idéias. Os desenhos animados que vêem na TV são a essência do individualismo e da competição, e a introdução de idéias de ódio ao diferente não seria uma surpresa. Vivemos numa civilização da imagem, de linguagem simples e primitiva, numa fantasia da "Rosa Púrpura do Cairo". É criada a sensação de que as coisas vão maravilhosamente bem e que nada preciso ser feito porque não há necessidade de mudança. A mídia edita as entrevistas para conformar as opiniões ao que acredita a priori.

Não falar para não provocar
Até recentemente, acreditávamos que o melhor era não falar, para que não houvesse um palco para as idéias extremistas se manifestarem.
<http://www.nuances.com.br/publicacoes/txt-esmagando.htm>


A RAZÃO DE SER DO AAARGH

Um espectro assombra o mundo. O espectro do revisionismo. De entre as muitas conotações de que a palavra «revisionismo» se tem podido revestir, a mais comum é, hoje em dia, a que refere como revisionistas aqueles que aceitam como facto demonstrado que o gaseamento em massa nos campos de concentração alemães durante o regime nazi não pode ter ocorrido. Consideram ainda, juntamente com muitos especialistas, que não existem números fidedignos para as perdas inegavelmente grandes sofridas pelas comunidades judaicas durante a Segunda Guerra Mundial. Solicitam a aplicação dos métodos históricos objectivos usuais no sentido de analisar os acontecimentos que conduziram ao desfecho da Guerra, porque ela é uma parte integrante da nossa história comum.

O REVISIONISMO NÃO É POLÍTICO E NÃO TEM UMA POLÍTICA PRÓPRIA

O revisionismo é o facto de base de qualquer aproximação histórica. É nele que reside a diferença entre História e dogmática religiosa. Num dogma religioso, a verdade é suposta estabelecida e autenticada para sempre. Não existe lugar para a dúvida. O ser humano sente necessidade de certezas e pode encontrar conforto em dogmas estabelecidos há longo tempo no seio das suas culturas.

A História é uma procura de compreensão do passado a partir do ponto de vista do presente. Hoje, no momento presente, sentimos a necessidade de conhecer e compreender, nos nossos próprios termos, o que aconteceu há 20 ou 50 ou 500 anos. O que os nossos predecessores compreenderam é apenas uma parte do quadro completo. Precisamos REVER os seus julgamentos através da nossa maneira de pensar e talvez através dos documentos que encontramos ou que consideramos de maneira diferente. A nossa compreensão evolui em permanência. Isto é verdade para a interpretação de Átila ou de Júlio César, isto é verdade para a Renascença italiana ou para a Revolução Francesa. Isto será uma verdade inescapável para a interpretação da Segunda Guerra Mundial e de todos os sofrimentos por ela criados em muitos locais do nosso pequeno mundo.

Os revisionistas pertencem a todas as tonalidades de convicção política. Mas têm sido vítimas dos mais viciosos ataques físicos, intelectuais e legais, coordenados e organizados por aqueles que se encontram comprometidos com a defesa de Israel e com os privilégios políticos, financeiros e militares que Israel consegue através de uma visão convencional, parcial e, em nossa opinião, enganadora da Segunda Guerra Mundial. É por esta razão que todos aqueles que foram vítimas desses ataques ferozes desenvolveram um sentido de solidariedade que ultrapassa as suas visões políticas individuais, vastamente diferentes entre si. Reconhecem que os factos são de importância primordial e que deveriam ser estabelecidos pelos métodos convencionais para a escrita da História. A interpretação dos factos é um problema pessoal de cada um e não diz respeito ao revisionismo em si. Os revisionistas, como tais, não se ocupam com raças e racismo, ou com os tabus estabelecidos pelo fiat deste ou daquele grupo, ou com algum pressuposto político ou alguma sugestão de que a verdade deva ser submetida a algum poder político ou alguma razão de estado.

Na Europa, nós, revisionistas de todos os quadrantes, queremos expressar a nossa gratidão àqueles que na Suécia controlam a Rádio Islão e estabeleceram o primeiro site revisionista europeu da Internet. Desde a queda da União Soviética, qualquer um pode ver que o Islão está indigitado como o próximo Inimigo Oficial que os nossos vendilhões de guerras, indústrias de armamento, lobbies petrolíferos e políticos impotentes necessitam. Como revisionistas, estamos habituados a distinguir o conteúdo de propaganda pateta das pseudo-notícias veiculadas pelos media. Sabemos que as falsidades políticas e históricas são os alicerces necessários para a preparação da guerra. Estamos comprometidos na luta contra essas falsidades quando as detectamos.

O espectro está a caminho de se materializar. Os media, os círculos políticos, todos são invadidos pela ilusão de que a Internet está totalmente pervertida por uma conspiração revisionista imensamente poderosa. Como tem sido o caso durante os últimos 20 anos, o nosso enorme poder é quase inteiramente produzido por essa ilusão dos nossos adversários. Somos uma mão-cheia de indivíduos sem poder e com poucas ligações a ele, e sem dinheiro algum. Mas fizemos o nosso trabalho de casa. Sabemos de que falamos. Esta é a nossa única força; e num mundo de mentiras, meias-verdades e quase completa ignorância, esta força produz resultados extraordinários. Convidamos os nossos visitantes a percorrer o nosso site. Utilizamos diversas línguas, mas não temos todo o material traduzido em todas as línguas por falta de tradutores (solicitam-se voluntários). Convidamos ao uso do conhecimento de línguas na deslocação de umas para outras secções.


Não creio em bruxas, mas que existem, existem.

Outros links -- sites revisionistas em portuguès:

Esta recomendação de dar uma olhada nos conteúdos de outros sites não deve ser interpretada como uma concordância com tudo que está escrito nos mesmos.

<http://rhistorico.tripod.com>

<http://revision5.b3.nu>

<http://www.geocities.com/CapitolHill/9797>

<http://www.geocities.com/nationx2000/room/REVISIONISMO/>

<http://abbc.com/islam/portugues/portu.htm>

Radicais de países com atuação virtual controlada encontram abrigo onde as dificuldades são menores. O site Radio Islam , localizado nos EUA e profundamente anti-sionista, é talvez o maior acolhedor mundial de revisionistas, nazistas, neonazistas e extremistas de todas as tendências do mundo. Lá está também a maior lista de links radicais do planeta. Intitulada The most important addresses, a lista contém, entre outros, links para páginas de brasileiros. Comentário em inglês para uma homepage brasileira: "Um fino website do revisionismo, em português."

Financiada pelo marroquino Ahmed Rami, que vive na Suécia, esta homepage é o maior bastião de ódio racista do planeta e é apresentada em doze línguas diferentes, incluindo o português. Rami conseguiu até hoje viver na Suécia sem enfrentar processos.[...] O trabalho intelectual está representado pelos principais ideólogos, historiadores, políticos e até jornalistas especializados. Ernst Zuendel, David Irving, David Duke, Bradley Smith são apenas alguns dos principais gurus à disposição dos seguidores. Todos eles com serviço de e-mail para os interessados.

Dois brasileiros estão entre as referências do revisionismo em escala mundial: Sergio Oliveira, ex-militar e autor de livros revisionistas traduzidos em diversas línguas, e Siegfried Ellwanger, que também assina como S. E. Castan, igualmente traduzido em inglês e alemão e ao mesmo tempo proprietário da Revisão Editora em Porto Alegre. Os dois têm textos "hospedados" no site Radio Islam.

INTERNET, A invasão neonazista, Antônio Bulhões
<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/pb201199.htm>

<http://www.ort.org.br/projetos/holocausto/revision.htm>

<http://www.vho.org/Intro/P/>

<http://www.nosferatus-usa.hpg.ig.com.br/000.htm>

 

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Este texto foi indicado na Internet, e enviado a você como uma ferramenta para a finalidade educacional, uma pesquisa mais adicional, sobre uma base non comercial e justa do uso, pelo o Secretariado Internacional da Associação de Antigos Amadores de Recitais de Guerra e Holocausto. Nosso endereço postal é: AAARGH, PO Box 81 475, Chicago, IL 60681-0475, Estados Unidos da América.
Você pode alos escrever-nos a: <aaaarghinternational -- at -- hotmail.com>
Nós vemos o ato de indicar um original escrito no Internet como o equivalente a indicá-lo nas prateleiras de uma biblioteca pública. Custa-nos um bocado pequeno do trabalho e do dinheiro. O único benefício resulta ao leitor que, nós supõe, pensa livremente. Um leitor procura um original na Internet em seus próprios riscos. Quanto para ao autor, não há nenhuma razão supôr que compartilha de responsabilidade para outras escritas indicadas neste local. Porque as leis que reforçam uma censura específica em alguma pergunta histórica se aplicam em vários países (Alemanha, Francia, Suiça, Israel, Canadá, e outros) nós não pedimos sua permissão dos autores que vivem em estes lugares: não teriam a liberdade a consentir.
Nós acreditamos que nós estamos protegidos pela carta patente das direitas humanas:
ARTIGO 19. «Todos têm o direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de adoptar opiniões sem interferência e de procurar, receber e espalhar informação e ideias através de quaisquer meios e sem atender a fronteiras».
Declaração Universal dos Direitos Humanos, adoptada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de Dezembro de 1948.

A maior e mais sofisticada parte do nosso site encontra-se em francês. Temos igualmente textos em alemão, italiano e castelhano, e não são necessariamente os mesmos. Se domina várias línguas e deseja aumentar o seu conhecimento, não deixe de percorrer as diversas secções.

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<http://aaargh.com.mx/port/port.html>

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